John Gottman diz “Successful long-term relationships are created through small words, small gestures, and small acts.” Os casamentos duradouros de sucesso são feitos de pequenas palavras, pequenos gestos e pequenas acções.
Um casamento faz-se todos os dias e não são precisas grandes coisas para mostrar que se ama o seu cônjuge. Vários estudos demonstram que muitas pessoas se sentem amadas através de pequenos gestos, como um abraço, dar as mãos ou actos de carinho comuns.
Aqui ficam 5 formas de fazer pequenas coisas que contribuem para um casamento feliz:
1 – Demonstrar amor através de pequenos gestos: há pequenos gestos que pode fazer e que ocupam poucos minutos, como escrever um bilhete carinhoso e deixá-lo em sítios originais de forma a surpreender a pessoa que ama, dar a mão ou um abraço.
2 – Criar rituais diários de ligação: John Gottman recomenda que se passe 15-20 minutos por dia a ter uma conversa des-stressante com o seu cônjuge. É importante encontrar um tempo entre as rotinas familiares em que ambos estejam disponíveis. Podem conversar enquanto dão um passeio a pé, ou simplesmente enquanto tomam um café ou um chá, ou, porque não, um aperitivo. Cabe a cada casal encontrar os seus rituais de ligação/conexão; pode ser um beijo antes de sairem de casa, podem ser mensagens carinhosas trocadas ao longo do dia, ou um almoço semanal para quebrar a rotina do trabalho. O importante é que ambos se sintam ligados/conectados.
3 – Ter o hábito de dizer palavras de carinho e educadas, como “por favor”, “desculpa” ou “obrigado” : vários estudos indicam que os casais que pedem desculpa quando se magoam, ainda que sem essa intenção, e que se perdoam, têm um relacionamento de maior sucesso. Pedir desculpa e assumir a responsabilidade é o antídoto de uma atitude defensiva, que é um dos quatro tipos de comportamentos negativos identificados por John Gottman que prejudicam a qualidade de um relacionamento. Além disso, quando se consegue reparar determinada acção ou palavra, através de um pedido de desculpas após uma discussão, isso ajuda a diminuir a tensão e ajuda-o a sentir-se mais ligado ao seu cônjuge.
4 – Tomar a iniciativa e oferecer apoio ao seu cônjuge: Pode ajudar a completar tarefas, ou ajudar a concluir um projecto. Estas acções positivas contribuem para a interdependência e para a criação de um propósito e de um significado partilhado no seu relacionamento. A criação de um contexto mais alargado do significado da vida pode ajudar os casais a ficarem concentrados no seu projecto de vida (na “big picture”) e não apenas nas pequenas coisas que os podem afastar/separar. No que respeita à criação de um relacionamento duradouro e consistente, os momentos pequenos e intencionais de carinho e de ligação são mais poderosos do que gestos exagerados isolados. Isto não significa que não é importante celebrar grandes eventos com gestos de amor e românticos, como aniversários ou outras datas importantes, simplesmente não se esqueça de oferecer pequenos gestos de carinho diários ao seu cônjuge, que são os gestos de ligação mais importantes.
5 – Um gesto vale mais do que mil palavras: para que se sinta bem no seu casamento é importante que passe tempo de qualidade com o seu cônjuge, dando ênfase aos pequenos gestos de carinho. Corresponder positivamente às iniciativas de conexão do seu cônjuge irá ajudá-lo/a a sobressair o que de melhor cada um tem e a manter um casamento pleno. Presenteie o seu cônjuge com pequenos gestos de amor e apreciação todos os dias!
Referência: https://www.gottman.com/blog/5-ways-make-small-gestures-count-marriage/

Nietzsche dizia ” aquele que tem uma razão para viver pode suportar quase tudo”. Baseando-se nesta premissa, Viktor Frankl refere que “a vida não é essencialmente uma busca de prazer, como pensava Freud, ou uma busca de poder, como ensinou Alfred Adler, mas sim uma busca de sentido. (…) Frankl considerou três possíveis fontes de sentido: o trabalho (fazer alguma coisa significativa), o amor (cuidar de outra pessoa) e a coragem em tempos difíceis. O sofrimento, em si mesmo e por si mesmo, é destituído de sentido; conferimos sentido ao sofrimento pela maneira como lhe reagimos.
“A consequente torrente de mudanças que se segue a uma separação é mais difícil de tolerar se vier acompanhada de acusações, sentimentos de impotência, rejeição ou de fracasso. Quando apostamos em acentuar as nossas diferenças, os nossos defeitos e fraquezas ganham uma luz inusitada. Daí a tornarmo-nos nos «ex» em permanente conflito vai um passo. Rancor, recriminações e ira obscurecem e põem em perigo o nosso objectivo inicial de cooperação (…).
Precisamos de ser positivamente Humanos!
Se quisermos manter-nos atentos e disponíveis para aprender, podemos perceber que as oportunidades de aprendizado são imensas no nosso dia-a-dia. (…)
